Por Everlando Mathias
16/08/2019 - 19:34:56 - atualizado em 21/08/2019 às 08:41:03

Assembleia Legislativa participa da premiação as equipes vencedoras do I Hackfest Amapá

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Estudantes e profissionais da área de tecnologia da informação, vencedores do Primeiro Hackfest no Amapá, promovido pelo Ministério Público do Estado (MPAP), realizado em dezembro de 2018, com a finalidade de criar ferramentas digitais de combate à corrupção, receberam a premiação em uma solenidade, que aconteceu na manhã desta sexta-feira (16/8/2019) no auditório da Procuradoria-Geral de Justiça.

Para o deputado Paulo Lemos (Psol), que representou o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Kaká Barbosa (PL), são inovações e mecanismos que vão ajudar o Estado no combate à corrupção. "Acreditamos que o combate à corrupção não é uma bandeira única do MPE, mas que deve ser levantada pela sociedade e por todos os órgãos de controle. Temos uma união de esforços para trazer o resultado desejado pelo cidadão?, afirmou Paulo Lemos.

A edição do Amapá HackFest, evento que contou com uma série de palestras, oficinas e a maratona hacker, onde os participantes puderam desenvolver ideias e trocar experiências em busca de soluções tecnológicas para combater à corrupção, contou com apoio da Assembleia Legislativa do Estado do Amapá. Todas as atividades foram realizadas na sede da Procuradoria-Geral de Justiça do Ministério Público do Amapá (MP-AP), localizada no bairro Araxá. ?São inovações tecnológicas que vão ajudar o desenvolvimento das ações do Ministério Público?, destacou a Procuradora geral de Justiça do MPE, Ivana Lúcia Franco Cei, acrescentando, que fortalece o combate a corrupção.

A equipe "Precisava ?" foi eleita, por meio de votação popular, como melhor ideia de soluções, ficando em segundo lugar na classificação geral; a terceira posição foi conquistada pela equipe "Esclarece aqui" e o título foi conquistado pela equipe "Funcionários do Mês", compostas por: Diogo Barbosa da Silva de Souza; Jéssica Ferreira Sodré; Natan Rocha Batista; Pedro Santos de Souza; Bruna Rychelle Araujo de Oliveira e Marcos Augusto Oliveira da Silva, que desenvolveu uma ferramenta que realiza o cruzamento de informações para identificar indícios de acúmulos indevido de cargos públicos.


Foto: Gerson Barbosa

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